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Sociedade Civil apresenta uma visão alternativa sobre o Estado da Nação
Organizações da Sociedade Civil apresentaram hoje, 19 de Dezembro, uma leitura alternativa sobre o Estado da Nação, no ano de 2017
Mesa-redonda discute, em Quelimane, os desafios do sector florestal
Um debate organizado pela Fundação MASC em parceria com a Iniciativa para Terras Comunitárias (iTC) e a Terra Amiga
Nampula vota hoje depois de campanha ordeira e pacífica
A cidade de Nampula está hoje em reflexão para votar amanhã para a eleição intercalar do seu presidente do Conselho Municipal, que substituirá Mahamudo Amurane, que foi assassinado a 4 de Outubro do ano passado num crime ainda por esclarecer.
SOBRE NÓS

Os Fundamentos

A Visão e a Missão da Fundação MASC estão firmemente baseados na experiencia e aprendizado do MASC, enquanto projecto, desde 2007 e das avaliações do contexto. 

Visão

Uma sociedade civil credível, transparente, vibrante e sustentável, que contribua para a democratização do estado e do espaço público, e que promova a justiça social e o bem-estar dos cidadãos Moçambicanos.

Missão

A Fundação MASC fortalece e promove o desenvolvimento sustentável da sociedade civil em Moçambique que pretende contribuir para a democratização do estado e do espaço público e a promoção da justiça social através de assistência técnica, subsídios, investimento social, mobilização de recursos e recolha de doações.


 

 

7 Fevereiro 2018
Está disponível o relatório final sobre o Estado da Nação em 2017, uma iniciativa de organizações nacionais da sociedade civil em alternativa ao informe apresentado no Parlamento pelo presidente da República, que de há alguns anos à esta parte deixou de ser debatido em sede da casa representativa do povo moçambicano.
26 Janeiro 2018
Tem lugar em Março a assembleia Geral da Fundação MASC, que dentre várias matérias elegerá os órgãos sociais da organização.
25 Janeiro 2018
Os primeiros resultados de apuramento parcial (nas assembleias de voto) apontam a um empate técnico e provável segunda volta entre os candidatos da RENAMO, Paulo Vahanle, e da FRELIMO, Amisse Cololo. A participação dos eleitores foi muito baixa, não devendo ser muito mais que os 26 por cento registados na repetição da eleição autárquica em 2013, que deu vitória ao MDM na Assembleia Municipal e ao seu candidato presidencial, Mahamudo Amurane.
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